Marçal admite aliança com Gusttavo Lima em 2026, mas exige liderança na chapa
Empresário e influenciador político diz que deseja ser cabeça da chapa nas eleições presidenciais no próximo ano
Reprodução/Instagram @pablomarcal1
O empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB) revelou que está disposto a formar uma chapa com o cantor Gusttavo Lima para a eleição presidencial de 2026, mas deixou claro que não aceitará o cargo de vice. Embora o presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, tenha feito um convite para que o cantor sertanejo se filie ao partido e dispute a presidência, ele disse que sua pretensão dele é figurar como o cabeça da chapa.
Marçal e Gusttavo Lima: parceria na política
O cenário da política brasileira em 2026 pode ganhar novas figuras com o surgimento de alianças inesperadas, como a de Pablo Marçal e Gusttavo Lima. Após o convite formal de Avalanche para que o cantor sertanejo se filiasse ao PRTB, o influenciador político deixou claro que sua intenção é ocupar o cargo de presidente, não aceitando ser o vice na possível candidatura. A proposta de uma chapa composta por ambos, portanto, geraria uma divisão importante dentro da estratégia política do partido.
Apesar de Marçal admitir a parceria, ele reforçou que seria o candidato principal, com Gusttavo Lima assumindo um papel secundário, caso essa aliança realmente aconteça. Ao mesmo tempo, o cantor sertanejo desperta o interesse de outros partidos, como o União Brasil e o PP. No entanto, as legendas hesitam em lançá-lo como candidato à presidência, considerando sua possível candidatura ao Senado por Goiás como mais vantajosa para os partidos.
Ascensão política de Gusttavo Lima
O cantor Gusttavo Lima, que se lançou pré-candidato ao Planalto em janeiro deste ano, rapidamente ganhou destaque nas pesquisas eleitorais. A ideia de uma candidatura presidencial surgiu após o cantor declarar seu desejo de ingressar no cenário político, algo que foi saudado por Marçal, que fez questão de parabenizá-lo publicamente e ainda ligou para o sertanejo, oferecendo-lhe “boas-vindas” ao mundo político.
Controvérsia de Marçal e possível inelegibilidade
Embora Marçal tenha seus planos de disputar a presidência, ele pode enfrentar um obstáculo significativo que compromete sua candidatura. O influenciador foi indiciado pela Polícia Federal (PF) em novembro de 2024 por ter divulgado, durante a campanha para a prefeitura de São Paulo, um laudo falso que envolvia o candidato do PSOL, Guilherme Boulos. O documento fraudulento alegava que Boulos havia sido internado por overdose de cocaína, uma acusação sem provas. Em razão desse episódio, o influenciador pode enfrentar a inelegibilidade para as eleições de 2026, a menos que consiga reverter a situação jurídica.
Esse episódio conturbado poderia afetar sua candidatura à presidência, o que abre espaço para especulações sobre a viabilidade de sua participação na disputa, caso as questões legais não sejam resolvidas. A trajetória de Marçal, que inclui polêmicas e acusações de disseminação de fake news, pode pesar negativamente em sua tentativa de ascensão política.
Cenário eleitoral e possíveis candidatos para presidência
De acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada no último dia 3, o cenário eleitoral para as eleições de 2026 aponta uma grande dispersão de intenções de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as preferências com 30%, seguido por Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 13%, e Gusttavo Lima, que aparece com 12%. Pablo Marçal figura na pesquisa com 11%, o que indica que ele ainda tem alguma base de apoio, embora a controvérsia sobre sua candidatura possa afetar esses números.
Além disso, nomes como Ciro Gomes (PDT), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil) também despontam como possíveis candidatos, mas com percentuais mais baixos de apoio. O cenário está em constante evolução, com especulações e alianças surgindo à medida que as eleições se aproximam.
Futuro de Marçal e Lima na política
O caminho para as eleições de 2026 está longe de ser claro, e o futuro de figuras como Pablo Marçal e Gusttavo Lima depende de uma série de fatores políticos e jurídicos. Enquanto Marçal trabalha para consolidar sua candidatura, ele também precisa resolver os problemas legais que surgiram em sua campanha para a prefeitura de São Paulo. Já Gusttavo Lima, embora tenha ganhado apoio e visibilidade, ainda precisa definir seu papel na política nacional, especialmente se optar por lançar-se na corrida presidencial ou buscar outro cargo, como o Senado.
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