Brasil conquista cinco medalhas na Copa do Mundo de Bocha paralímpica
Seleção conquistou três ouros individuais e duas conquistas em duplas
Ana Patricia / Comitê Paralímpico Brasileiro
O Brasil somou cinco medalhas na Copa do Mundo de bocha paralímpica, encerrada no último domingo (17), com três ouros individuais e duas conquistas em duplas. A campanha destacou atletas de diferentes regiões do país e várias classes da modalidade. As informações são da Agência Brasil.
Os títulos individuais foram conquistados em categorias distintas. O cearense Maciel Santos venceu na BC2, destinada a atletas sem assistência. A pernambucana Andreza Oliveira ficou com o ouro na BC1, para competidores que podem receber auxílio. A paulista Evelyn Santos conquistou a primeira posição na BC3, categoria para atletas com deficiências severas que utilizam instrumento auxiliar e apoio de outra pessoa.
Medalhas por pares
Nas disputas por duplas, o Brasil também obteve resultados expressivos. Na BC4, atletas com deficiências severas sem assistência, a paraibana Laissa Guerreira e o potiguar José Antônio dos Santos conquistaram a prata. Já na categoria BC3, Evani Calado, de Pernambuco, e Mateus Carvalho, de Minas Gerais, garantiram o bronze.
O desempenho brasileiro reforça a presença do país nas competições internacionais de bocha paralímpica, consolidando atletas de diferentes estados como referências na modalidade. A diversidade das classes medalhistas evidencia a amplitude e a competitividade do time nacional.
Brasil inicia GP de Judô paralímpico com medalhas de ouro
A seleção brasileira começou sua participação no Grand Prix de judô paralímpico da IBSA (Federação Internacional de Esportes para Cegos, em inglês) com o pé direito. No primeiro dia de disputas, realizado na segunda-feira (18) em Gizé, no Egito, o país garantiu duas medalhas: um ouro com a paulista Lúcia Araújo e um bronze conquistado pela fluminense Maria Núbea Lins. As informações são da Agência Brasil.
Ouro para Lúcia Araújo encerra jejum de medalhas
Grande nome do judô paralímpico brasileiro, Lúcia Araújo, de 44 anos, brilhou na categoria até 60 quilos para atletas da classe J2 (baixa visão). Na final, a judoca superou a alemã Isabell Thal e conquistou o lugar mais alto do pódio.
“Finalmente acabou o jejum de medalha. Conquistei o lugar mais alto do pódio, estou muito feliz e quero agradecer a todos pela torcida”, disse a atleta, que ainda não havia conquistado medalhas em 2025 e buscava retomar sua trajetória vitoriosa no tatame.
A conquista tem um peso especial, já que Araújo é uma das referências do judô paralímpico brasileiro e acumula participações em grandes competições internacionais, incluindo Jogos Paralímpicos e Campeonatos Mundiais.
Bronze com Maria Núbea reforça desempenho coletivo
O segundo pódio brasileiro do dia também veio na categoria até 60 quilos J2, com Maria Núbea Lins, de 35 anos. A judoca carioca conquistou o bronze e celebrou o resultado como um passo importante na preparação para os próximos desafios.
“Muito feliz em estar representando nosso país e poder ajudar com essa medalha. Agora é seguir ajustando os detalhes, evoluindo sempre”, afirmou após a conquista. O desempenho das duas atletas reflete o bom momento vivido pelo judô paralímpico brasileiro, que vem acumulando conquistas em torneios de peso.
O Grand Prix de Gizé tem um valor estratégico para os atletas, já que soma pontos no ranking mundial, principal critério para classificação aos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028. Cada resultado obtido pode se tornar decisivo no caminho rumo à maior competição esportiva do planeta.
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