Damico registra 1ª doação e outros cinco candidatos recebem novos aportes na campanha
Entre prefeituráveis, apenas Silvano Alves (PCO) ainda não recebeu nenhum repasse do fundo partidário
O professor estadual e candidato a prefeito de Salvador, Giovani Damico (PCB), registou a sua primeira doação partidária destinada à campanha eleitoral, conforme declaração no portal de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCand) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os outros cinco prefeituráveis Bruno Reis (União Brasil), Geraldo Jr (MDB), Kleber Rosa (PSOL), Victor Marinho (PSTU) e Eslane Paixão (UP) também receberam novos recursos.
Damico, que tem a sua chapa composta pela candidata a vice Cheyenne Ayalla (PCB), declarou o aporte de R$ 1.340, sendo que, desse valor, ele já destinou despesas de R$ 1.250 para materiais publicitários impressos. Assim, ele aparece com o menor valor referente ao repasse de verbas do fundo eleitoral, atrás de todos os outros postulantes ao Palácio Thomé de Souza.
O atual prefeito e candidato à reeleição, Bruno Reis, foi o primeiro a receber as doações partidárias e continua liderando a lista com um total líquido de R$ 15.009.800 recebidos. Na primeira semana de arrecadações, ele já contava com R$ 11 milhões. Até o momento, o valor de despesas pagas representa R$ 7.481.272,22, valor esse que é maior do que o repasse de todos os outros candidatos somados. Os gastos do gestor municipal foram destinados à atividades de mobilização nas ruas, materiais publicitários impressos, programas eleitorais e serviços advocatícios.
Já o vice-governador da Bahia, Geraldo Jr, aparece em segundo lugar com R$ 3,273 milhões de recursos declarados. O emedebista só recebeu as doações na segunda semana da campanha, no valor de R$ 2,6 milhões, sendo que R$ 54.500 foram pagos ao longo do período eleitoral em propagandas, serviços advocatícios e materiais de publicidade.
Em seguida, o professor Kleber Rosa se configura como o terceiro nome que mais ganhou o repasse do fundo eleitoral, com R$ 813.376,75. Ele foi um dos primeiros a receber o aporte, ainda na primeira semana de campanha, em um total de R$ 800 mil do fundo partidário. Além disso, o psolista é um dos únicos candidatos que contabilizou doações individuais de pessoas físicas. Com apenas 13 dias para as eleições de 2024, o candidato já gastou R$ 353.525,30 em programas eleitorais, serviços advocatícios e locação de imóveis.
Em quarto lugar, a militante Eslane Paixão declarou R$ 66,9 mil, sendo que pouco mais de 1% dessa verba foram de doações individuais. Assim como Geraldo, ela também recebeu o aporte na segunda semana de campanha, no valor de R$ 30 mil. Até então, a candidata destinou R$ 44.025 de suas despesas à publicidade, baixa de estimáveis, despesa pessoal e serviços advocatícios.
Em penúltimo lugar, à frente apenas de Giovani Damico, aparece o estudante Victor Marinho, com R$ 41 mil de recursos recebidos. Ele foi um dos poucos que recebeu o repasse ainda na primeira da semana, em R$ 29 mil, e também contou com contribuição popular. Marinho ainda não declarou nenhum valor líquido pago em despesas, mas já contratou serviços advocatícios e contábeis por R$ 22,5 mil.
Silvano Alves
Entre os sete prefeituráveis, o candidato a prefeito de Salvador Silvano Alves (PCO) foi o único que ainda não recebeu nenhuma doação partidária. Isso porque, atualmente, consta no sistema do TSE que ele está em ausência de condição de elegibilidade, ou seja, inelegível. Apesar de ter a sua candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral, Silvano ainda aguarda recurso e continua na disputa ao Palácio Thomé de Souza.
A sua inelegibilidade aconteceu pelo fato de o candidato ainda não ter apresentado os documentos de quitação eleitoral, que deveriam comprovar a prestação de contas de 2012 e 2018, quando ele concorreu aos cargos de vereador e vice-governador da Bahia, respectivamente.
Sendo assim, Silvano ainda não declarou nenhum repasse de verbas do fundo eleitoral. Vale lembrar que o limite legal de gastos no primeiro turno é de R$ 21.719.094,76, conforme determinação do TSE. No segundo turno, o valor máximo é de R$ 8.687.637,90.
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