Sandro Souza revela origem do bordão ‘Alô, supervisor’ e diz por que recusou contrato milionário com casas de apostas
Influenciador diz que começou com vídeos despretensiosos, só largou o CLT em 2025 e revelou que negou R$ 600 mil por mês por princípios éticos
Reprodução/Facebook/Sandro Souza - ALÔ Supervisor
O influenciador digital Sandro Souza, conhecido pelo bordão “Alô, supervisor” relembrou, nesta sexta-feira (25), o início da carreira nas redes sociais e como conquistou seus mais de 3 milhões de seguidores. Durante entrevista ao programa De Olho na Bahia, da Rádio Mix Salvador (104.3 FM), ele afirmou que já grava conteúdos para a internet desde 2012, mas que só começou a viralizar nas redes no pós-pandemia.
Segundo o influenciador, os vídeos humorísticos começaram de forma despretensiosa, mostrando apenas momentos de descontração com os amigos. Já sobre o surgimento do bordão, Sandro revelou que surgiu dessa forma espontânea, enquanto estava na praia com os amigos.
“Não foi nem algo pensado. ‘Alô supervisor, tô de atestado, três dias’. Aí pegou de forma viral e em meia hora já tava com meio milhão de visualizações”, lembrou.
Três anos para fazer sucesso
O influenciador também revelou que só começou a apostar na carreira de influenciador digital há cerca de três anos, fazendo conteúdos diversos, além de mostrar o dia a dia da vida pessoal e profissional antes da fama. “Não era só CLT, era vídeo dançando, outros assuntos também, até que viralizou esse vídeo [na praia com amigos] pós-pandemia”, disse.
De acordo com ele, o sucesso nas redes sociais foi tanto que, a cada ano que passa, ele vai ganhando mais um milhão de seguidores. Sandro contou que, só neste ano, já conquistou mais de meio milhão de seguidores.

Sandro Souza diz que sucesso não foi planejado
Ao falar sobre seu sucesso, o influenciador pontuou que, como tudo ocorreu de forma repentina, acabou perdendo muitos contratos profissionais, por ainda não entender como essa vida funcionava.
“Aconteceu naturalmente. Eu não sabia o impacto de três milhões [de seguidores]. Eu nunca imaginava na minha vida e foi algo que demorou pra acontecer, mas quando aconteceu, foi muito rápido. E nesse processo aí, eu perdi muitos trabalhos, muitas coisas que eu não entendia”, contou.
Ele também destacou a importância de ter uma agência, ou uma pessoa para cuidar da carreira, porque, naquele momento, ele era uma pessoa conhecida, famosa, mas que ainda não tinha o mesmo reconhecimento financeiro.
“Aí, quando eu fui em um show, que eu vi o impacto, as pessoas param pra falar comigo, tirar uma foto, eu falei: ‘meu Deus, eu tô ficando famoso’. Mas não estava ganhando dinheiro. Estava famoso, mas ainda estava trabalhando”.
Sandro também contou que deixou seu emprego, com carteira assinada, apenas em em abril deste ano. Desde então, ele decidiu focar apenas na carreira de influenciador digital.
Sandro revela motivo de ter recusado contrato milionário com casas de apostas
Durante a entrevista, o influenciador revelou ainda que receber propostas de R$ 600 mil para divulgar casas de apostas e plataformas de jogos de azar nas redes sociais. No entanto, enfatizou que as recusou por não concordar com a prática.
“Contrato de R$ 600 mil por mês, durante seis meses. Você vem de uma comunidade humilde, uma comunidade que sofre muito por causa da violência, você só saindo de casa, acontecendo diversas coisas ao seu redor, e recebe uma proposta dessa, e eu negar”, refletiu.
Conforme o influenciador, a recusa se deu por consideração aos seus seguidores, e por ter visto o sofrimento de pessoas ao seu redor, que perderam valores com essas plataformas.
“Pensei nas pessoas que estão me acompanhando, quem gosta de mim. Até porque, eu vi o sofrimento das pessoas no ônibus, no metrô, das pessoas que estavam no redor no trabalho”, disse.
Ele também pontuou que se colocou no lugar dos seus fãs, e refletiu como se sentiria caso fosse “enganado” por publicidades.
“Eu vi que para ganhar R$ 1 no trabalho, você tem que se esforçar muito. Então, eu tirar aquele dinheiro que vai pesar na vida do trabalhador? Daquele pai de família? Imagina aí, a minha mãe e meu pai ser enganado. Como eu ficaria se eu não fosse um influenciador digital? Eu ficaria indignado”, afirmou.
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