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PIB da capital equivale a soma da riqueza gerada por quase 90% dos municípios baianos, aponta IBGE

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Quatro cidades do estado estão entre os 100 maiores PIBs do país

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (13), o Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios para a Bahia. E a capital do estado é a que possui o maior valor dentre as 417 cidades: R$ 62,7 bi. Os valores são referentes a 2017.

Conforme o Instituto, esse índice equivale a soma do valor gerado pelos 368 municípios baianos com os menores PIBs. Ou seja, era preciso somar o PIB de 88,2% do total de cidades do estado para chegar ao valor gerado pela capital. Esses 368 municípios, juntos, tiveram um PIB de R$ 62,9 bilhões em 2017.

Ainda segundo o levantamento, os dois maiores PIBs do estado são os mesmos ao longo dos 15 anos de série histórica disponível para o indicador (2002-2017): Salvador e Camaçari (R$ 23,1 bilhões em 2017). Considerando-se os três maiores, com a inclusão de Feira de Santana (R$ 16,7 bilhões em 2017). Além destas, São Francisco do Conde (R$ 10,2 bi) faz parte das cidades baianas que fazem parte do top 100 dos PIBs do país.

PERDA

Mas, apesar da elevada concentração do PIB baiano na capital, em 15 anos (2002-2017) Salvador foi o município que mais perdeu participação na riqueza gerada no estado. Por outro lado, quem mais ganhou peso na economia baiana, nesse período, foi Feira de Santana, no Centro-Norte.

Em 2002, de cada R$ 100 gerados na Bahia, cerca de R$ 27 vinham de Salvador, que respondia por 26,8% do PIB do estado. Em 2017, a participação ficou em 23,3%, ou seja, a capital era responsável por R$ 23 de cada R$ 100 gerados no estado.

Por outro lado, Feira de Santana, que contribuía com 3,7% do PIB da Bahia em 2002, viu sua participação crescer para 5,1% em 2017.

As duas cidades têm forte peso no setor de serviços privados (excluindo-se a administração pública), que representavam em 2017 71,4% do valor gerado em Salvador e 63,5% do valor gerado em Feira de Santana.

AGROPECUÁRIA

De acordo com o IBGE, em 2017, o bom desempenho das lavouras de algodão e soja levaram o município de São Desidério, no oeste do estado, a ocupar novamente o posto de maior PIB agropecuário do país, com um valor gerado de R$ 1,5 bilhão, o que representou 66,5% da Economia da cidade.

Em 2016, em consequência sobretudo da seca que atingiu boa parte da Bahia, São Desidério havia deixado o topo do ranking do valor gerado pela agropecuária, caindo para a 12ª posição.

Em 2017, além de São Desidério, Formosa do Rio Preto, também na região oeste, voltou a estar entre os 20 maiores PIB agropecuários do Brasil, subindo da 42ª para a 7ª posição, em um ano.

A recuperação das lavouras de commodities também fez São Desidério e Formosa do Rio Preto liderarem o ganho de participação no PIB baiano entre 2016 e 2017.

Nesse intervalo, o PIB de São Desidério, em valores nominais correntes de cada ano, passou de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,4 bilhões, e o município avançou de uma participação de 0,58% para 0,88% do PIB do estado.

Já Formosa de Rio Preto viu seu PIB (em valores nominais) passar de R$ 989,8 milhões em 2016 para R$ 1,7 bilhão em 2017 e subiu de uma participação de 0,38% para 0,65% do PIB baiano.

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