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Caminhoneiros, empresários e governo discutem frete

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Itens que compõem o piso mínimo e o valor negocial estão em debate em fórum realizado no Ministério de Infraestrutura

Representantes do governo, empresários, sindicatos e federações debateram  as planilhas que servem de referência para definir os custos do frete no país. O encontro em busca do consenso acontece dentro da 35ª reunião do Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas (Fórum TRC), no Ministério dos Transportes.“Estamos na busca de uma metodologia matemática para calcular o frete”, resumiu o secretário Nacional de Transporte Terrestre, Marcello Costa. 

O valor total do frete é composto pelo piso mínimo e de um valor a mais, negociado entre as partes. “Custos operacionais como diesel, pneus, salário do motorista, pedágio, quando for o caso, e despesas adicionais como ponto de parada, diária e alimentação… tudo já está dentro do piso mínimo. Uma parte do piso é obrigatória e tem de ser seguida por todos os embarcadores e transportadores. Tem também uma questão negocial, que é um valor adicional que depende de cada caso, como, por exemplo, extensão da viagem”, acrescentou o secretário.

Instituída em 2018, a tabela do frete foi estabelecida como parte das negociações que pôs fim a 11 dias de greve dos caminhoneiros, entre o final de maio e junho daquele ano.

A cada seis meses, a Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) atualiza as planilhas e o piso mínimo a ser pago aos caminhoneiros. Até o próximo dia 8, o governo pretende terminar a fase de audiências públicas para, no dia 20 de janeiro, publicar a tabela e o piso mínimo atualizados. Em julho, a tabela do frete foi dividida em 10 categorias, a depender da carga. Antes eram cinco grupos. Com informações da Agência Brasil

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