Presidente do TJ-BA faz avaliação de seu mandato e diz que judiciário baiano precisa de celeridade e eficiência

Para o biênio 2024-2026,  quem assume o TJ-BA é a desembargadora Cynthia Maria Pina Resende

Por Laerte Santana
04/12/2023 às 16h46
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Foto: Shirley Stolze / Ag. A TARDE
Foto: Shirley Stolze / Ag. A TARDE

O desembargador Nilson Soares Castelo Branco chega ao fim do seu mandato à frente da presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), refletindo sobre os desafios e conquistas do biênio 2022-2024. Ele destacou os esforços para democratizar o poder judiciário, aproximando-se do jurisdicionado.

"Eu entendo que cumpri modestamente o meu papel, busquei democratizar o poder judiciário, indo ao encontro do jurisdicionado, saindo da torre do marfim e adentrando na Bahia profunda, que tem progresso, mas que também tem muitos problemas a serem resolvidos. A Bahia é muito heterogênea, com vários biomas, grupos de vegetação, povos, sotaques, gastronomia. É muito rica, mas precisa se desenvolver mais, com uma prestação jurisdicional mais célere e eficiente" avaliou Castelo Branco.

O desembargador conversou com o Portal M! no evento que concedeu o Título de Cidadão de Salvador ao jornalista Osvaldo Lyra, no último dia 30. "A homenagem foi muito justa", exclamou Castelo Branco.  

Agora, para o biênio 2024-2026,  quem assume o TJ-BA é a desembargadora Cynthia Maria Pina Resende. Além dela, também vão integrar a Mesa Diretora os desembargadores João Bôsco de Oliveira Seixas (1ª Vice-Presidência); José Alfredo Cerqueira da Silva (2ª Vice-Presidência); Roberto Maynard Frank (Corregedoria Geral); e Pilar Célia Tobio de Claro (Corregedoria das Comarcas do Interior).

Para os cargos de ouvidor e ouvidor substituto foram eleitos, respectivamente, os desembargadores Lidivaldo Reaiche Raimundo Britto e Baltazar Miranda Saraiva.