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Após manobra governista, votação de novo empréstimo também é adiada na AL-BA

plenario da AL-BA
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Assim como reajuste de servidores, nova tentativa de apreciação em plenário deve acontecer na próxima terça-feira

Assim como o reajuste de 4% aos servidores públicos, a votação do sétimo pedido de empréstimo do governador Jerônimo Rodrigues (PT) também foi adiada, nesta terça-feira (21), no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A sessão foi marcada por protestos de servidores estaduais após o líder do governo, deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), pedir verificação de quórum. A manobra não foi encarada com bons olhos pelos sindicalistas presentes, que entoaram gritos de “o servidor na rua, Jerônimo a culpa é sua” pelos corredores da Assembleia, após o adiamento.

A nova expectativa é que sejam votados, na próxima terça-feira (21), os polêmicos projetos de Lei 25.323/2024, que trata do reajuste linear escalonado de 2% agora e 2% em 1º de setembro aos servidores públicos, e 25.293/2024, que prevê a captação de US$ 400 milhões junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). Em entrevista ao Portal M!, o líder da oposição, deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), afirmou que apreciação dos dois PLs só acontecerá se a base governista conseguir colocar 32 deputados estaduais no plenário, fato que não conseguiu nesta última sessão.

Sanches já adiantou que os deputados oposicionistas votarão contra o empréstimo. Sobre o PL da educação, só sentarão para conversar com Rosemberg se aceitar apreciar a emenda apresentada pela bancada para alterar de 4% para 10% o reajuste salarial dos servidores públicos do Estado, mesmo índice defendido por representantes sindicais que protestaram nas galerias contra a proposta do governo.

O pedido de regime de urgência para acelerar a apreciação das duas matérias foram aprovados, na última quarta-feira (15), com 34 votos da base governista. Como adiantado pelo Portal M!, a bancada da oposição votou contra.

União Brasil

Diretório Estadual do União Brasil definiu que os deputados estaduais da legenda que votarem a favor do novo pedido de empréstimo do governador petista serão punidos com corte do fundo eleitoral. A medida foi criticada pelo deputado federal Elmar Nascimento, líder do partido na Câmara dos Deputados, que classificou como uma “ameaça”. Os deputados estaduais ligados a ele, Marcinho Oliveira e Júnior Nascimento (seu primo), foram justamente os que contrariaram a orientação da sigla e votaram a favor, no dia 2 de abril, ao sexto empréstimo solicitado por Jerônimo no valor de R$ 400 milhões para a segurança pública.

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Carlos Amilton/Agência AL-BA
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