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Vendas no varejo baiano tem variação negativa entre setembro e outubro

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Segundo IBGE, resultado foi pior do que a média nacional no mesmo período

Nesta quarta-feira (11), o IBGE divulgou a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), com os principais destaques sobre as vendas do comércio varejista da Bahia em outubro. E o levantamento registrou uma queda de 0,2% em relação ao mês de setembro.

O pequeno recuo foi diferente do que o visto entre os meses de agosto e setembro, quando houve uma alta de 2,2%. O resultado foi  pior que a média nacional (0,1%) e acompanhou as quedas nas vendas registradas em 9 das 27 unidades da Federação.

Mas, apesar da retração na comparação com setembro, frente ao mesmo mês de 2018, as vendas do comércio varejista baiano seguiram avançando em outubro (3,3%). Além disso, mostraram o segundo aumento consecutivo (haviam crescido 1,7% em setembro) e o melhor resultado para um mês de outubro desde 2013 (quando o aumento havia sido de 4,3%).

Em outubro, na Bahia, o volume de vendas aumentou em 4 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui os segmentos de automóveis e materiais de construção), na comparação com o mesmo mês de 2018. Com os maiores avanços, os segmentos de combustíveis e lubrificantes (13,7%) e tecidos, vestuário e calçados (9,5%) foram também, nessa ordem, os que mais contribuíram para o resultado positivo do varejo em geral no mês, no estado.

Por outro lado, o segmento com maior queda nas vendas em outubro, na Bahia, foi o de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-22,1%), que voltou a recuar depois de ter avançado em setembro. 

Dada a magnitude da retração, o setor teve o segundo maior impacto negativo no desempenho geral do varejo do estado no mês. Este só perdeu, em termos de contribuição negativa, para os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%).

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