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Embaixador brasileiro em Israel é chamado de volta pelo Governo Lula

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Nesta manhã, Meyer recebeu uma reprimenda do ministro do Exterior isralense

Frederico Meyer, embaixador brasileiro em Israel será chamado de volta pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (PT) , após as falas do chefe do Executivo sobre o país em guerra com o Hamas, da Palestina. Nesta manhã, Meyer recebeu uma reprimenda do ministro do Exterior isralense, Israel Katz, no Museu do Holocausto Yad Vashem. As informações são do Metrópoles.

Isso porque nesse domingo (18/2) Lula falou sobre o conflito armado, que dura desde outubro: “O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”.

Lula, no pronunciamento, cobrou ainda a ajuda humanitária do “mundo rico”. “Qual é o tamanho da consciência política dessa gente e qual é o tamanho do coração solidário dessa gente que não está vendo que na Faixa de Gaza não está acontecendo uma guerra, mas um genocídio”.

Os comentários causaram mal-estar e o ministro Israel Katz afirmou o presidente brasileiro é “persona non grata” no país até que faça retratações.

Na manhã desta segunda-feira (19/2), houve uma reunião no Palácio do Alvorada com Lula, Paulo Pimenta (ministro da Secretaria de Comunicação), o assessor especial Celso Amorim e Márcio Macêdo (chefe da Secretaria-Geral da Presidência).

Sem desculpas

A partir disso, ficou decidido que o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tratará do assunto. Lula decidiu que não fará, pelo menos por ora, qualquer novo discurso se desculpando com o governo de Israel pela declaração em que comparou as mortes de palestinos na Faixa de Gaza ao Holocausto, como informou o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.

A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, defendeu o presidente no X (antigo Twitter). “Tenho certeza que se o presidente Lula tivesse vivenciado o período da Segunda Guerra, ele teria da mesma forma defendido o direito à

“A fala se referiu ao governo genocida, e não ao povo judeu. Sejamos honestos nas análises”, completou. Esse deverá ser o novo posicionamento do Planalto sobre a guerra.

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