Fernanda Torres e Fernanda Montenegro serão homenageadas pelo Senado com Diploma Bertha Lutz
Premiação é concedida anualmente às personalidades que se destacam na defesa dos direitos das mulheres e das questões de gênero no Brasil
Globo/ Divulgação
As atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro estão entre os 19 homenageados com o Diploma Bertha Lutz, premiação concedida anualmente pelo Senado Federal a personalidades que se destacam na defesa dos direitos das mulheres e das questões de gênero no Brasil. A cerimônia de entrega está marcada para o dia 26 de março, às 10h. As informações são do G1.
A atriz Fernanda Torres foi indicada para a premiação pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que destacou a importância de sua contribuição para a promoção da equidade e a defesa das pautas femininas. A senadora afirmou que a atriz é uma referência em sua área de atuação, destacando sua trajetória na luta pelos direitos das mulheres.
“A indicada possui trajetória destacada na promoção da equidade e na defesa das pautas femininas, senda referência em sua área de atuação“, argumentou Eliziane.
Fernanda Torres também é reconhecida por seu trabalho no cinema. Ela conquistou o Globo de Ouro de melhor atriz em drama e foi uma das finalistas ao Oscar de melhor atriz pelo filme Ainda Estou Aqui, que venceu o prêmio de melhor filme estrangeiro. Sua mãe, Fernanda Montenegro, também participou da produção.
A atriz Fernanda Montenegro foi indicada ao Diploma Bertha Lutz pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). Em sua trajetória, Montenegro já recebeu reconhecimento internacional por sua atuação, incluindo uma indicação ao Oscar de melhor atriz em 1999 pelo filme Central do Brasil. Ela e sua filha, Fernanda Torres, são as únicas brasileiras a terem sido indicadas ao prêmio de melhor atriz.
Outras homenageadas
| Além das atrizes, a lista tem outras 17 homenageadas | |
| Ani Heinrich Sanders | Produtora rural do Estado do Piauí, indicada pela Senadora Jussara Lima (PSD-PI) |
| Antonieta de Barros (in memoriam) | Primeira mulher negra a ser eleita deputada no Brasil, pelo estado de Santa Catarina. Foi indicada pela senadora Ivete da Silveira (MDB-SC) |
| Bruna dos Santos Costa Rodrigues | Juíza no Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, indicada pela Senadora Augusta Brito (PT-CE) |
| Conceição Evaristo | Escritora e membro da Academia Mineira de Letras, indicada pela Senadora Teresa Leitão (PT-PE) |
| Cristiane Rodrigues Britto | Advogada e ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Foi indicada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) |
| Elaine Borges Monteiro Cassiano | Reitora do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), indicada pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) |
| Elisa de Carvalho | Pediatra, professora universitária e membro da Academia de Medicina de Brasília, indicada pela senadora Dra. Eudócia (PL-AL) |
| Janete Vaz de Oliveira | Empreendedora e cofundadora do Grupo Sabin, indicada pela Senadora Leila Barros (PDT-DF) |
| Jaqueline Gomes de Jesus | Escritora, professora e primeira gestora do sistema de cotas para negros da Universidade de Brasília (UnB). Foi indicada pela Senadora Zenaide Maia (PSD-RN) |
| Joana Marisa de Barros | Médica mastologista e imaginologista mamária no Estado da Paraíba, indicada pela Senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) |
| Lúcia Willadino Braga | Neurocientista e presidente da Rede Sarah, indicada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre |
| Maria Terezinha Nunes | Coordenadora da Rede Equidade e ex-cordenadora do Programa Pró-equidade de Gênero e Raça do Senado. Foi indicada pela Bancada Feminina |
| Marisa Serrano | Ex-senadora, indicada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS) |
| Patrícia de Amorim Rêgo | Procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre, indicada pelo Senador Sérgio Petecão (PSD-AC) |
| Tunísia Viana de Carvalho | Ativista de direitos maternos e infantojuvenis, indicada pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) |
| Virgínia Mendes | Filantropa e primeira-dama de Mato Grosso, indicada pela Senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) |
| Viviane Senna | Filantropa e presidente do Instituto Ayrton Senna, indicada pela Senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) |
O Diploma Bertha Lutz é destinado a mulheres e homens que se destacam na defesa dos direitos da mulher e questões de gênero no Brasil, em qualquer área de atuação. A premiação é entregue em uma sessão do Senado convocada especificamente para este evento, que coincide com as celebrações do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março.
História de Bertha Lutz e o legado do prêmio
O nome do prêmio é uma homenagem a Bertha Maria Julia Lutz, uma figura de grande importância no feminismo e na educação no Brasil no século XX. Bertha Lutz foi bióloga e advogada e, em 1919, foi aprovada em concurso público para o cargo de pesquisadora e professora no Museu Nacional, tornando-se a segunda mulher brasileira a integrar o serviço público no país.
Além de sua carreira científica, Bertha Lutz fundou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF) e lutou pelos direitos políticos das mulheres. Em 1934, foi eleita suplente de deputada federal e, em 1936, assumiu o mandato de deputada. Bertha Lutz faleceu em 1976 no Rio de Janeiro, deixando um legado significativo para a luta pelos direitos das mulheres no Brasil.
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