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Prefeitura determina desapropriação de construção irregular que ameaça Terreiro da Casa Branca

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De acordo com o secretário municipal de Cultura, Pedro Tourinho, o imóvel irregular, de ao menos cinco pavimentos, será demolido

Segundo a decisão publicada no Diário Oficial da sexta-feira (19), a Prefeitura de Salvador determinou a desapropriação de uma área com uma construção irregular que ameaça o Terreiro da Casa Branca – templo candomblecista mais antigo do Brasil, localizado bairro do Engenho Velho da Federação.

De acordo com o secretário municipal de Cultura, Pedro Tourinho, o imóvel irregular, de ao menos cinco pavimentos, pertence a um policial militar e será demolido. Os moradores do local deverão ser indenizados. Após isso, o espaço será utilizado usado para a implementação de um projeto cultural em parceria com o terreiro. Ainda não há previsão de quanto as mudanças serão implementadas.

Denúncia

Em 2021, membros do Terreiro da Casa Branca, denunciaram a construção irregular e invasões no território. Dentre as queixas elencadas pelos candomblecistas, estava a falta de privacidade para o Terreiro, já que moradores do prédio irregular podiam ver ritos sagrados realizados lá.

Em setembro do ano passado, a Justiça determinou a demolição da construção após pedidos do Iphan e a Procuradoria Federal (AGU). No entanto, a decisão foi revogada.

Terreiro da Casa Branca

Fundado no século XIX, o Terreiro da Casa Branca foi o primeiro espaço religioso tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o primeiro centro religioso não-católico a ser reconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura (Minc).

Terreiro jeje-nagô, a Casa Branca é considerada como matriz da nação nagô no Brasil.

Sua primeira sede, que funcionou de 1820 e 1830, ficava no bairro da Barroquinha, em Salvador. Entre 1860 e1870, o templo sagrado foi transferido para o Engenho Velho da Federação, onde está instalado até então.

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