Pular para o conteúdo
Início » ARTIGO: Gestão na saúde – Novo marco no SUS Salvador com a participação das Organizações Sociais*

ARTIGO: Gestão na saúde – Novo marco no SUS Salvador com a participação das Organizações Sociais*

banner_portal_noticias__1_Milhao_de_Amigos_osid___1140x130px
banner_portal_noticias__1_Milhao_de_Amigos_osid___1140x130px
2__BANNER_1140x130___CUIDANDO_DE_VOCE (1)
As mudanças que vêm acontecendo no ambiente político, econômico e social do país, somadas às reivindicações da sociedade por serviços de melhor qualidade e à necessidade de que os esforços do governo estejam concentrados nas atividades que lhe são específicas, direcionam o setor público para a busca de novas formas de gestão, através de entidades públicas não estatais, competitivas, autônomas e flexíveis como as organizações sociais. Para tanto, é necessária a construção de um modelo orgânico – institucional para o setor, suficientemente flexível, a fim de permitir o planejamento das ações a partir de políticas públicas bem definidas, em que se possa antever o resultado da assistência a ser oferecida aos usuários dos serviços de saúde do Município. As organizações sociais são entidades de caráter não estatal, idealizadas com contorno mais dinâmico, capazes de agilizar a administração de serviços a elas concedidas pelo governo, com planejamento de ações e metas previamente definidas em instrumento que regula o relacionamento entre as partes, possibilitando o acompanhamento e avaliação do que foi instituído pelo poder público, objetivos e prazos. Garantindo, assim, a integridade do caráter público da assistência e os serviços oferecidos com controle social. As OS (s) gerenciam e produzem os serviços, enquanto o gestor público do sistema de saúde regula, fiscaliza e controla a atividade, garantindo a integração essencial à integralidade da assistência, o que estamos fazendo incansavelmente desde que assumimos a pasta, em julho deste ano. Somando todos os esforços, e contando com o empenho das partes envolvidas, fortalecemos essa promissora e frutífera forma de gestão na Saúde: permeado por um contrato de gestão que estabelece obrigações e deveres das partes e firma parceria em administração de unidades, mudando o panorama assistencial, trazendo avanços e transformações que visam à excelência nos resultados. Além de exigir e acompanhar as metas de produção e de qualidade, a SMS fiscaliza detalhadamente todo o gasto realizado pelas entidades. A cada mês, as OS (s) entregam à comissão de acompanhamento e fiscalização do contrato de gestão o relatório de atividades produzidas e o relatório contábil, acompanhado de extrato bancário detalhando a movimentação financeira. Além disso, a prestação de contas quadrimestrais é apresentada ao Conselho de Gestão das OS (s) da Secretaria Municipal de Gestão (COGEOS/SEMGE) e, anualmente, as OS (s) também passam pelo controle da Controladoria Geral do Município do Salvador e por avaliação do Tribunal de Contas do Estado da Bahia. O Município promulgou a Lei Municipal nº. 8.631/2014 e editou o Decreto regulamentador nº. 28.232, de 28 de dezembro de 2016, tratando das etapas para a formalização do Contrato de Gestão, tendo a Prefeitura/SMS inaugurado seu primeiro Hospital Municipal de Salvador (HMS), com a Organização Social Santa Casa de Misericórdia da Bahia. Um marco histórico para a cidade, com a realização de mais de 250 mil atendimentos desde a sua estreia em abril de 2018. Por iniciativa da gestão, a SMS manterá o modelo de contratos de gestão para a Rede Municipal de Urgência e Emergência (Upas), multicentros de saúde e demais serviços de interesse do Executivo Municipal, baseado no modelo implantado no HMS, o que já resulta numa série de vantagens, como a flexibilidade na contratação de pessoas, ampliando o quadro de profissionais dispostos. Assim, Salvador torna-se a primeira capital do país com todos os seus contratos modificados por contrato de gestão. Persistindo em ações que têm apresentado resultados imediatos, percebemos que é possível transformar e melhorar a assistência em saúde para todos os soteropolitanos: o nosso principal e honroso desafio! Acredito na transparência dos dados e no controle social como potencializadores das políticas públicas e no modelo de contrato de gestão como instrumento fundamental para o aperfeiçoamento dos serviços de saúde municipais. *Leo Prates – Secretário Municipal da Saúde de Salvador Ana Cristina

As mudanças que vêm acontecendo no ambiente político, econômico e social do país, somadas às reivindicações da sociedade por serviços de melhor qualidade e à necessidade de que os esforços do governo estejam concentrados nas atividades que lhe são específicas, direcionam o setor público para a busca de novas formas de gestão, através de entidades públicas não estatais, competitivas, autônomas e flexíveis como as organizações sociais.

Para tanto, é necessária a construção de um modelo orgânico – institucional para o setor, suficientemente flexível, a fim de permitir o planejamento das ações a partir de políticas públicas bem definidas, em que se possa antever o resultado da assistência a ser oferecida aos usuários dos serviços de saúde do Município.

As organizações sociais são entidades de caráter não estatal, idealizadas com contorno mais dinâmico, capazes de agilizar a administração de serviços a elas concedidas pelo governo, com planejamento de ações e metas previamente definidas em instrumento que regula o relacionamento entre as partes, possibilitando o acompanhamento e avaliação do que foi instituído pelo poder público, objetivos e prazos. Garantindo, assim, a integridade do caráter público da assistência e os serviços oferecidos com controle social.

As OS (s) gerenciam e produzem os serviços, enquanto o gestor público do sistema de saúde regula, fiscaliza e controla a atividade, garantindo a integração essencial à integralidade da assistência, o que estamos fazendo incansavelmente desde que assumimos a pasta, em julho deste ano. Somando todos os esforços, e contando com o empenho das partes envolvidas, fortalecemos essa promissora e frutífera forma de gestão na Saúde: permeado por um contrato de gestão que estabelece obrigações e deveres das partes e firma parceria em administração de unidades, mudando o panorama assistencial, trazendo avanços e transformações que visam à excelência nos resultados.

Além de exigir e acompanhar as metas de produção e de qualidade, a SMS fiscaliza detalhadamente todo o gasto realizado pelas entidades. A cada mês, as OS (s) entregam à comissão de acompanhamento e fiscalização do contrato de gestão o relatório de atividades produzidas e o relatório contábil, acompanhado de extrato bancário detalhando a movimentação financeira. Além disso, a prestação de contas quadrimestrais é apresentada ao Conselho de Gestão das OS (s) da Secretaria Municipal de Gestão (COGEOS/SEMGE) e, anualmente, as OS (s) também passam pelo controle da Controladoria Geral do Município do Salvador e por avaliação do Tribunal de Contas do Estado da Bahia.

O Município promulgou a Lei Municipal nº. 8.631/2014 e editou o Decreto regulamentador nº. 28.232, de 28 de dezembro de 2016, tratando das etapas para a formalização do Contrato de Gestão, tendo a Prefeitura/SMS inaugurado seu primeiro Hospital Municipal de Salvador (HMS), com a Organização Social Santa Casa de Misericórdia da Bahia. Um marco histórico para a cidade, com a realização de mais de 250 mil atendimentos desde a sua estreia em abril de 2018.

Por iniciativa da gestão, a SMS manterá o modelo de contratos de gestão para a Rede Municipal de Urgência e Emergência (Upas), multicentros de saúde e demais serviços de interesse do Executivo Municipal, baseado no modelo implantado no HMS, o que já resulta numa série de vantagens, como a flexibilidade na contratação de pessoas, ampliando o quadro de profissionais dispostos.

Assim, Salvador torna-se a primeira capital do país com todos os seus contratos modificados por contrato de gestão. Persistindo em ações que têm apresentado resultados imediatos, percebemos que é possível transformar e melhorar a assistência em saúde para todos os soteropolitanos: o nosso principal e honroso desafio! Acredito na transparência dos dados e no controle social como potencializadores das políticas públicas e no modelo de contrato de gestão como instrumento fundamental para o aperfeiçoamento dos serviços de saúde municipais.

*Leo Prates – Secretário Municipal da Saúde de Salvador

Marcações:
banner_portal_noticias__1_Milhao_de_Amigos_osid___1140x130px
banner_portal_noticias__1_Milhao_de_Amigos_osid___1140x130px
2__BANNER_1140x130___CUIDANDO_DE_VOCE (1)