Paolla Oliveira comenta repercussão de sua personagem em Vale Tudo: ‘Desfecho será quente e surpreendente’
Artista contou que ficou surpresa com o volume de comentários nas ruas, especialmente sobre o relacionamento entre Heleninha e Ivan, vivido por Renato Góes
Reprodução/Instagram @paollaoliveirareal
A novela Vale Tudo, atualmente em exibição em formato de remake, segue gerando grande repercussão tanto entre o público quanto entre especialistas. Enquanto a atriz Paolla Oliveira revelou no programa Altas Horas como tem sido a recepção de sua personagem Heleninha Roitman, analistas financeiros chamam atenção para o dilema de Celina, interpretada por outra atriz no folhetim, que ilustra situações reais de brasileiros milionários que podem enfrentar dificuldades para manter um padrão elevado de gastos.
Paolla Oliveira e a recepção do público
Durante o bate-papo com Serginho Groisman, Paolla contou que ficou surpresa com o volume de comentários nas ruas, especialmente sobre o relacionamento entre Heleninha e Ivan, vivido por Renato Góes.
“Recebi muitos depoimentos. Muita opinião na época do relacionamento com o Ivan. As mulheres ficaram muito mexidas com as fragilidades da personagem. Acho que, de alguma maneira, todas se viram ‘Heleninhas’ e se conectaram de forma diferente, para além da questão da doença e do alcoolismo”, afirmou.
A atriz destacou também a coragem da autora Manuela Dias em revisitar uma obra tão marcante da teledramaturgia. “É um desafio enorme, porque já nasce com expectativa. Mas acredito que o desfecho será quente e surpreendente”, disse.
O início da carreira e a novela que não é lembrada
Ainda no programa, Paolla voltou a comentar sobre o início de sua trajetória artística. Apesar de já ter feito pequenas participações antes de 2005, a atriz considera que sua estreia real aconteceu em Belíssima, na TV Globo.
Ela mais uma vez deixou de citar Metamorphoses, novela da Record exibida em 2004 e considerada um fracasso de audiência. Essa omissão já havia sido notada em entrevistas anteriores, como no Roda Viva, em maio deste ano, quando a atriz explicou que não considera a produção como sua primeira experiência completa.
Celina e o risco invisível da “falência milionária”
Enquanto Heleninha emociona o público com sua trajetória de superação, outra personagem de Vale Tudo chama atenção por um dilema que vai além da ficção: Celina, irmã da icônica vilã Odete Roitman.
Na trama, Celina possui R$ 5 milhões em patrimônio, valor que, à primeira vista, parece suficiente para uma vida de luxo. No entanto, esse montante está abaixo do necessário para ingressar no private banking dos maiores bancos brasileiros, que exige valores entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões em investimentos.
Especialistas alertam que, apesar de integrar o 1% mais rico do país, Celina pode ter dificuldades em manter um estilo de vida da elite se não controlar seus gastos.
Cenários possíveis para o patrimônio
Segundo a planejadora financeira Letícia Camargo, o futuro da personagem depende de como o dinheiro será administrado. Com investimentos adequados, o valor poderia render de R$ 10,5 mil a R$ 17,3 mil por mês, garantindo a perpetuidade do patrimônio.
Mas, se Celina decidir gastar mais, retirando parte do capital, poderia manter um padrão confortável por cerca de 40 anos, com renda entre R$ 16,5 mil e R$ 21,5 mil mensais.
O problema aparece quando o estilo de vida ultrapassa a faixa de R$ 50 mil em despesas mensais, comum entre famílias da elite. Nesse caso, o patrimônio se esgotaria em menos de dez anos.
Riscos de investir em negócio próprio
Na novela, Celina ainda arrisca um terço de sua fortuna em uma empresa de catering, o que, de acordo com o analista Antônio Sanches, aumenta os riscos e reduz a liquidez da carteira. Ele recomenda diversificação, com parte do valor em títulos públicos e fundos mais conservadores.
“Com um portfólio equilibrado, Celina poderia reduzir a volatilidade e manter a segurança financeira por mais tempo”, explicou.
Ficção e realidade se misturam
Os dilemas de Heleninha e Celina mostram como Vale Tudo continua atual, trazendo temas que vão desde questões emocionais e relacionamentos até a forma como o dinheiro é administrado na vida real.
Enquanto Paolla Oliveira comemora a repercussão de sua personagem, o público também encontra na trama reflexões sobre escolhas financeiras, consumo e desigualdade — tópicos que seguem tão relevantes quanto na época em que a novela foi exibida pela primeira vez, em 1988.
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