Líder do governo, Jaques Wagner fará cirurgia no tornozelo e se afastará do Senado
Petista destacou que, apesar do afastamento físico, ele permanecerá ativo nas discussões, utilizando meios virtuais para se comunicar
Geraldo Magela/Agência Senado
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), anunciou que passará por uma cirurgia no tornozelo nos próximos dias e ficará afastado de Brasília (DF) por um período de 30 a 40 dias. “A partir da semana que vem, estou afastado porque eu vou fazer uma cirurgia no tornozelo, aí vamos ver quem vai ficar interinamente na liderança do Governo.”
Wagner destacou que, apesar do afastamento físico, ele permanecerá ativo nas discussões, utilizando meios virtuais para se comunicar. “Vou estar no ar, eu digo, porque estarei na telinha, mas, se for presencial, não poderei estar”, afirmou o senador, que explicou que a cirurgia é para corrigir um problema que ele carrega há muito tempo.
O senador também comentou sobre a gravidade da situação, enfatizando que “nada de grave” está envolvido, mas que a cirurgia era necessária para evitar que o problema se tornasse definitivo. Ele afirmou que, devido à restrição de movimentação após a operação, não poderá comparecer ao Senado durante a recuperação.
Wagner é considerado um dos principais articuladores do governo no Senado, e seu afastamento ocorre em um momento crucial, quando a regulamentação da reforma tributária está em discussão. A expectativa é que ele retorne às atividades legislativas em meados de novembro, quando o projeto estará prestes a ser votado.
Lula deve se afastar da sucessão no Senado
Mais cedo, Wagner afirmou que o presidente Lula (PT) não deve atuar nas articulações para a eleição da presidência da Casa legislativa no próximo ano. “Neutro ninguém nunca é. Tem uma torcida, mesmo que não entre em campo. Eu acho que o presidente não vai entrar em campo. Acho que querendo ou não é outro Poder”, declarou ele a jornalistas, segundo a CNN Brasil.
Ele frisou que, independentemente de quem for escolhido para o comando do Senado e da Câmara, o governo precisará se relacionar e articular. “É outro Poder e eu acho que você tem que se relacionar com quem for escolhido […] Espera-se que quem for escolhido, em qualquer das duas Casas, saiba que um presidente da Câmara ou do Senado não é líder do governo, mas também não deve ser líder da oposição”.
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