Lume Comunicação celebra 40 anos e adota selo ‘Racismo, aqui não!’ como compromisso com diversidade e inclusão
Agência baiana integra movimento criado pelo Instituto Maria Preta para promover ambientes de trabalho mais justos e sem discriminação
Ajurimar Sales
A Lume Comunicação Integrada, primeira agência de comunicação corporativa da Bahia, adotou o selo “Racismo, aqui não!”, iniciativa de mobilização social que vem ganhando reconhecimento nacional e internacional. O certificado será entregue, nesta terça-feira (11), em cerimônia marcada para as 19h, na Universidade Salvador (Unifacs), campus Tancredo Neves, em Salvador.
A ação marca um momento simbólico para a Lume, que completa 40 anos de atuação no mercado baiano e consolida sua trajetória como uma empresa comprometida com a responsabilidade social e a transformação cultural por meio da comunicação.
Movimento contra racismo ganha força na Bahia e no exterior
O selo “Racismo, aqui não!” foi criado pelo publicitário João Silva, reconhecido por sua trajetória na publicidade brasileira e fundador do Instituto Maria Preta. Lançado originalmente em 2009 e transformado em Certificado de Compromisso Social em 2023, o selo tem como propósito inibir práticas racistas e incentivar ambientes de convivência mais inclusivos e igualitários.
A campanha vem sendo adotada por instituições públicas, empresas privadas e organizações sociais que reconhecem a importância de valorizar a diversidade racial e promover o respeito às diferenças. Entre as entidades que já exibem o selo estão a Basílica do Bonfim, os blocos Ilê Aiyê e Camaleão, o Shopping Barra, além de organizações culturais e sociais de grande relevância na Bahia. A iniciativa também ultrapassou fronteiras, sendo implementada em New York e Viena.
Comunicação como instrumento de transformação
Para a Lume, a adoção do selo representa um posicionamento institucional e ético diante de uma das pautas mais urgentes da sociedade contemporânea. O gesto simboliza o compromisso da agência com práticas inclusivas e o combate a qualquer forma de discriminação, reafirmando a crença na comunicação como ferramenta de empatia, consciência e transformação social.
“Adotar o selo ‘Racismo, aqui não!’ significa somar-se a um movimento que vai além do reconhecimento institucional: é um posicionamento ativo e público contra o racismo, que fortalece a cultura organizacional e amplia o valor simbólico das marcas que o adotam”, afirma Cristina Barude, diretora-executiva da Lume Comunicação Integrada.
Ao longo de quatro décadas, a Lume construiu uma trajetória marcada pela inovação e pela valorização das relações humanas no ambiente corporativo. Com a adoção do selo, a agência amplia seu papel como agente de mudança cultural, incorporando à sua atuação cotidiana valores de equidade, diversidade e respeito.
A decisão de integrar o movimento “Racismo, aqui não!” também mostra a importância da responsabilidade social dentro das organizações. A presença do selo nos espaços da empresa e nas suas peças institucionais funcionará como um marcador público de acolhimento e respeito, além de contribuir para a consolidação de uma cultura organizacional mais diversa e representativa.
Selo como símbolo de compromisso coletivo
Desde sua criação, o selo “Racismo, aqui não!” vem se transformando em uma das mais expressivas campanhas de engajamento coletivo contra o racismo no Brasil. Seu objetivo central é estimular mudanças comportamentais e institucionais, convidando empresas e organizações a se posicionarem de forma clara diante de temas relacionados à igualdade racial e à convivência pacífica.
O Instituto Maria Preta, responsável pela iniciativa, atua na promoção de ações educativas e culturais voltadas ao combate ao preconceito racial. A transformação do selo em um certificado de compromisso social, ocorrida em 2023, ampliou o alcance do projeto, permitindo que escolas, universidades, hospitais, empresas e órgãos públicos adotassem o símbolo como parte de suas políticas internas de diversidade e inclusão.
João Silva e inspiração por trás da campanha
Com quase cinco décadas de carreira, o publicitário João Silva é considerado uma das principais referências da comunicação social no Brasil. Ao idealizar o selo, buscou estimular o engajamento de diferentes setores da sociedade na construção de um país mais igualitário.
Sua proposta parte da ideia de que a mudança começa dentro dos espaços de convivência, como empresas, escolas e centros culturais. Assim, ao adotar o selo, cada instituição assume publicamente a responsabilidade de promover o respeito racial e combater o preconceito, tornando-se parte ativa de uma rede de transformação social colaborativa.
Reconhecimento e expansão do movimento
Atualmente, mais de 40 organizações já adotaram oficialmente o selo “Racismo, aqui não!”. A expansão do movimento demonstra a crescente conscientização das instituições sobre a importância do antirracismo no ambiente profissional e reforça o papel da Bahia como pioneira em ações de mobilização social voltadas à equidade racial.
Com a adesão da Lume Comunicação Integrada, o movimento ganha um novo reforço institucional, ampliando sua visibilidade.
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