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Presa, ex-presidente do TJ-BA descarta fazer delação premiada

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Alvo da Operação Faroeste, Maria do Socorro Barreto Santiago contratou o advogado André Luís Callegari, especialista no tema

Presa pela Operação Faroeste, a desembargadora e ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), Maria do Socorro Barreto Santiago, descartou a possibilidade de fazer delação premiada. A hipótese surgiu após ela contratar uma banca de defesa especilista no tema, liderada pelo advogado André Luís Callegari.

A magistrada também já foi denunciada pela Procuradoria Geral da República, por suspeita de venda de sentenças no oeste baiano. Outros 14 investigados foram acusados pela PGR, sendo três desembargadores, três juízes e oito pessoas apontadas como operadoras ou beneficiárias.

Quando foi detida, em 29 de novembro, Maria do Socorro Santiago teve apreendidos em sua residência o equivalente a R$ 100 mil em moeda nacional, dólar, euro – além de joias e quadros. Nos próximos dias, o Superior Tribunal de Justiça – que autorizou a detenção – deve decidir se mantém a magistrada presa ou autoriza que ela responda em liberdade. Com informações do Política Livre

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