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Para Vilma Reis faltam políticas públicas para os negros

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Em meio à polêmica envolvendo o recém nomeado presidente da Fundação Cultural Zumbi dos Palmares, Sérgio Camargo, que abertamente defende o fim do movimento negro, a atuante da causa, Vilma Reis, surge como um nome para concorrer a prefeitura de Salvador, pelo PT. Em entrevista ao programa Política na Mesa, nesta quinta -feira, 5, ela defendeu que os partidos precisam ouvir mais o povo. “Só assim vai florescer uma candidatura negra. Outro dia, estava numa caminhada no Engenho Velho da Federação, quando uma senhora me parou e disse: minha filha, depois de muitos anos estou mobilizando a comunidade e a gente olha para você e consegue ver em quem vai votar”, contou, acrescentando que é preciso surgir uma nova configuração na política. “Nosso sonho é uma cidade com mais direitos. Não há igualdade nos partidos e precisamos reverter isso. A gente precisa criar pré-candidaturas, como a minha. Olhar para o futuro e interromper trajetórias. Salvador tem 470 anos e deveria ser natural um representante negro. Isso já aconteceu em Atlanta, nos Estados Unidos. O prefeito de Londres é mulçumano. Todas as assessoras de Marielle Franco já estão eleitas. Então, precisamos ter essa decisão política também em Salvador” , compara. Para ela, é preciso penso numa nova estética política com mulheres negras, por meio do diálogo com as forças internas. “ É preciso definir prioridades e olhar para os miolos da cidade. Mulheres negras disputam uma vaga na creche num vergonhoso sorteio. Isso, na terceira capital do Brasil. É necessário ainda pensar na saúde da população negra, ampliar esse debate e implementar políticas. É importante também o ensino da história afro nas escolas. A gente se precisa se orgulhar mais”, disse.   Tatiana Ribeiro

Em meio à polêmica envolvendo o recém nomeado presidente da Fundação Cultural Zumbi dos Palmares, Sérgio Camargo, que abertamente defende o fim do movimento negro, a atuante da causa, Vilma Reis, surge como um nome para concorrer a prefeitura de Salvador, pelo PT. Em entrevista ao programa Política na Mesa, nesta quinta -feira, 5, ela defendeu que os partidos precisam ouvir mais o povo. “Só assim vai florescer uma candidatura negra. Outro dia, estava numa caminhada no Engenho Velho da Federação, quando uma senhora me parou e disse: minha filha, depois de muitos anos estou mobilizando a comunidade e a gente olha para você e consegue ver em quem vai votar”, contou, acrescentando que é preciso surgir uma nova configuração na política.

“Nosso sonho é uma cidade com mais direitos. Não há igualdade nos partidos e precisamos reverter isso. A gente precisa criar pré-candidaturas, como a minha. Olhar para o futuro e interromper trajetórias. Salvador tem 470 anos e deveria ser natural um representante negro. Isso já aconteceu em Atlanta, nos Estados Unidos. O prefeito de Londres é mulçumano. Todas as assessoras de Marielle Franco já estão eleitas. Então, precisamos ter essa decisão política também em Salvador” , compara.

Para ela, é preciso penso numa nova estética política com mulheres negras, por meio do diálogo com as forças internas. “ É preciso definir prioridades e olhar para os miolos da cidade. Mulheres negras disputam uma vaga na creche num vergonhoso sorteio. Isso, na terceira capital do Brasil. É necessário ainda pensar na saúde da população negra, ampliar esse debate e implementar políticas. É importante também o ensino da história afro nas escolas. A gente se precisa se orgulhar mais”, disse.

 

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