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PAC: Documentos da prefeitura contradizem Rui e Jerônimo sobre creches em Salvador

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Propostas feitas pela gestão municipal surgem como "não habilitadas" no PAC e vão de encontro à declaração de Rui Costa

Após o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), dizer que a prefeitura de Salvador não havia inscrito nenhuma proposta de construção de creches na capital baiana no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a gestão municipal apresentou documentos que comprovam a existência das propostas, e que as mesmas foram recusadas pelo governo federal. Os documento obtidos pelo jornal Correio*contradizem a declaração do ministro baiano e do governador Jerônimo Rodrigues (PT) que falou sobre o assunto, na tarde desta quarta-feira (13), durante evento na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

Conforme a reportagem, as propostas feitas no ano passado foram registradas com os seguintes números: 26298010765/2023; 26298010803/2023; 26298010789/2023; 26298009709/2023; 26298010815/2023 e 26298010777/2023.

Os documentos, que foram inscritos no PAC, solicitam entre R$ 4,3 milhões e R$ 13,7 milhões ao governo federal para a construção de creches, escolas infantis e escolas em tempo integral. No total, caso as propostas tivessem sido aprovadas, cerca de R$ 54 milhões seriam encaminhados para Salvador. No entanto, os documentos exibidos surgem como “não habilitada”  no programa.

Proposta 26298010803/2023 surge como “não habilitada” no PAC | Foto: Divulgação

Proposta 26298010765/2023 também surge como “não habilitada” no PAC | Foto: Divulgação

A declaração de Rui afirmando que a prefeitura não havia inscrito as solicitações no PAC ocorreu na última segunda-feira (11), durante o lançamento do programa federal “Pé-de-Meia”. “Nós não podemos atender agora Salvador com uma creche. Não porque não foi selecionada, mas porque o município de Salvador não inscreveu nenhuma proposta para creche no PAC”, afirmou Rui, na ocasião. 

Após a fala, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rebateu a afirmação do ministro. “Se tem algo que a diferença é gritante, é a comparação entre a educação do município de Salvador e a do Estado. Aqui, como a gente realiza um trabalho sério, a gente não precisa aprovar aluno por decreto, por portaria”, declarou. “Não tem crianças de 4 e 5 anos fora das alternativas oferecidas pela cidade, que vão desde unidades próprias, o programa Pé na Escola, e creches parceiras. Hoje, de 2 a 3 anos, as crianças que estão fora (da escola) é por uma decisão dos pais”, complementou.

 

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