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Governo empenha R$ 14 bilhões em emendas parlamentares em quatro meses

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De acordo com Alexandre Padilha, a maior parte dos recursos das emendas foi destinada a ações de saúde

Nesta terça-feira (30), o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, anunciou que o empenho de emendas parlamentares alcançou R$ 14 bilhões nos primeiros quatro meses do ano, cumprindo o compromisso com o Congresso. As informações são da Agência Brasil.

“Estamos fechando o dia de hoje, 30 de abril, com um recorde de publicação de empenhos de emendas parlamentares. Ultrapassamos R$ 14 bilhões de publicados para empenho dessas emendas parlamentares, entre emendas individuais e emendas de bancada. Isso é mais recurso para a saúde, para a estrutura das cidades. O Ministério da Saúde foi o campeão já nesse empenho. Parabéns ao trabalho do Ministério da Saúde”, afirmou Padilha.

De acordo com Padilha, a maior parte dos recursos das emendas foi destinada a ações de saúde.
“Mais de 90% desses recursos são para redução de filas de cirurgia, redução de filas de exames, apoiar o trabalho das equipes da saúde da família, dos agentes comunitários de saúde, reforço dos hospitais, para as Santa Casas, ações que contribuem para a saúde do nosso povo”, acrescentou.

Ao analisar os números, o ministro também comparou o cenário atual com anos anteriores. Nos quatro primeiros meses de 2023, disse Padilha, o volume de emendas empenhadas estava em R$ 350 milhões. Em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, ano das últimas eleições municipais, os R$ 14 bilhões equivalem a mais de três vezes o gasto autorizado.

O ministro ainda informou que aproximadamente R$ 1 bilhão em emendas individuais ainda não teve seus gastos indicados pelos destinatários, sejam municípios, entidades ou parlamentares. Por causa da legislação eleitoral, os recursos precisam estar empenhados até 30 de junho.

O Executivo estava sendo pressionado pelo Congresso a liberar R$ 11 bilhões em emendas parlamentares até o fim de abril. O governo, no entanto, até agora cumpriu apenas a fase de empenho (autorização), enquanto os deputados e senadores cobravam a execução (o pagamento) das emendas nesse período.

A autorização garante o pagamento das emendas nos próximos meses, já que a legislação eleitoral veda apenas o empenho a partir do segundo semestre. O Orçamento obedece a três fases: empenho (autorização), liberação (quando o governo verifica se o serviço foi executado) e pagamento (desembolso efetivo dos recursos).

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