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Com infecção na perna e no braço, Bolsonaro volta a ser internado em Manaus

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Dependendo da gravidade do quadro de erisipela, os sinais de melhora começam a aparecer 48 horas após o início da medicação

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ser internado em Manaus neste domingo (5) para tratar uma infecção de pele, depois de passar pelo hospital e receber alta no último sábado (4), pelo mesmo problema.

O ex-mandatário está no Amazonas desde sexta-feira (3) para encontro com aliados políticos no estado. Ele também participou de um evento do PL com a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Segundo o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), que é aliado do ex-presidente e pré-candidato à Prefeitura de Manaus, Bolsonaro está em um hospital da capital amazonense para receber tratamento contra uma erisipela, uma infecção de pele que atinge o braço e a perna do ex-chefe do Executivo nacional.

No sábado, durante  evento estadual do PL Mulher, Bolsonaro discursou aos apoiadores com o braço enfaixado, e afirmou que havia sido internado no Hospital Santa Júlia de Manaus, com erisipela e desidratação. Ele voltou ao centro médico na manhã deste domingo e ficará sob observação.

“Quando cai a imunidade da gente por problemas variados, a erisipela é comum de acontecer. Então já estou medicado, tranquilo, pronto pra outra. Valeu, Amazonas” afirmou o ex-presidente ao sair do hospital no sábado.

Segundo Alberto Neto, Bolsonaro deve retornar para Brasília nesta segunda-feira (6). “O ex-presidente retornou ao hospital para continuar a medicação e permanece em observação para melhor evolução do quadro clínico”, afirmou o deputado.

Por ser uma infecção bacteriana, a erisipela é tratada com antibióticos. Dependendo da gravidade do quadro, os sinais de melhora começam a aparecer a partir de 48 horas do início da medicação.

Não é a primeira vez que o ex-presidente enfrenta um episódio com essa infecção de pele. Em novembro de 2022, quando ainda era presidente da República, Bolsonaro cancelou agendas pelo mesmo problema. À época, o então vice-presidente, Hamilton Mourão, disse que a doença impedia o então presidente de vestir calças.

 

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