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Lenine e Chico César se apresentam na 2ª edição do Festival Vermelho

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Festival cultural e político movimenta o Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador, com entrada gratuita

Nos próximos dias 22 e 23 de março, a cidade de Salvador recebe o Festival Vermelho, um evento realizado pelo PCdoB e pela Fundação Maurício Grabois que traz para a capital baiana uma extensa programação repleta de atividades culturais e políticas no coração da cidade, o bairro Santo Antônio Além do Carmo. Na programação, apresentação dos cantores e compositores Lenine e Chico César  que vão apresentar seus grandes sucessos ao público, que terá entrada gratuita.

Com o tema “Cultivando a Democracia”, o evento se estende entre o Largo do Santo Antônio, a Chácara Baluarte e a escola Divino Mestre, reunindo diversas lideranças políticas nacionais e locais, nesse, que promete ser um espaço para publicizar as lutas, bandeiras e preocupações políticas, num momento de integração e festividade. 

A capital baiana é a segunda cidade a sediar o evento. O 1° Festival Vermelho ocorreu no Caminho Niemeyer, em Niterói (RJ) – a cidade onde o PCdoB foi fundado. Sob o lema “Florescer a Esperança”, o evento foi o ponto alto da celebração do centenário do Partido e contou com a participação do presidente Lula e atrações musicais de peso, como shows de Zélia Duncan, BNegão, Mart’nália e outros, em mais de 30 horas de programação simultânea com debates, shows, feira gastronômica e lançamentos. 

Segundo a presidenta nacional do partido, Luciana Santos, o Festival Vermelho é a festa da democracia, “uma potente articulação política e cultura, dois elementos de transformação, imprescindíveis para a construção de um futuro melhor”. Portanto, o Festival Vermelho “é um palco para celebrar a democracia e as conquistas da nossa gente.”, afirmou Luciana, que também é ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Santos ainda celebrou a escolha de Salvador para realização do evento. “Escolhemos fazer no Nordeste, na Bahia, o estado mais negro do Brasil, marcado pelas lutas libertárias e revoltas populares. Nesse sentido, Salvador tem muita identidade com todas as lutas libertárias deste país”, disse a dirigente comunista. “Salvador continua contemporânea.”

 

 

 

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