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Ações no Centro Histórico e Comércio aumentam bem-estar e segurança de trabalhadores, turistas e baianos

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Distrito Cultural vai completar 1 ano e conta com equipes das principais secretarias e órgãos, dedicadas a atender especificamente região

Bem próximo de completar um ano de existência, o Distrito Cultural do Centro Histórico e Comércio mudou a realidade de ambulantes e comerciantes que trabalham na região. Baianos, turistas e grupos de estudantes que visitam as ruas do Centro Antigo diariamente também comentam sobre a significativa mudança desde a implantação do Distrito, em abril do ano passado. Criado como uma zona administrativa de cultura, turismo, assistência social, zeladoria e ordenamento público, com uma Prefeitura-Bairro exclusiva no Terreiro de Jesus, o Distrito tem ações e serviços que atendem desde a Gamboa, passando por Comércio, Barroquinha, Pelourinho e chegando ao Santo Antônio Além do Carmo.

Nascido e criado no Centro Histórico, Alexandro Américo dos Santos, 36 anos, vende colares no Terreiro de Jesus há mais de 20 anos. Desde a instalação do Distrito, passou a trabalhar devidamente identificado com colete ofertado pela Secretaria de Ordem Pública (Semop) e recebeu cursos de atendimento e gestão de negócios oferecidos em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento, Emprego e Renda (Semdec).

“Vivo nessas ruas desde menino. Nunca tivemos a atenção que temos agora. Organizaram nosso trabalho, temos um espaço na Prefeitura-Bairro para levar nossos pedidos. E o melhor de tudo: somos respeitados pelos turistas. Tudo feito há um ano mudou nossas vidas, melhorou demais nosso trabalho”, avalia o ambulante.

A estrutura do Distrito conta com equipes das principais secretarias e órgãos, dedicadas a atender especificamente o Centro Histórico, incluindo Ordem Pública, Promoção Social, Transalvador e Guarda Civil Municipal. Desde a criação do Distrito Cultural, a segurança na região melhorou. Houve transferência da diretoria-geral da Guarda Civil Municipal (GCM) para o Centro Histórico e aumento em mais de 148 agentes na região, além de 10 unidades de módulos e viaturas da Guarda, que atuam junto com o Grupamento de Apoio ao Turista (GAT).

O novo cenário, somado à riqueza cultural e histórica do Centro Histórico, atrai grupos de estudantes que fazem visitas diárias à região. Nesta terça-feira (26), aproximadamente 120 crianças e adolescentes, do 4º ao 9º ano, de um colégio particular de São Cristóvão fizeram um tour pelas principais igrejas do Pelourinho. No comando da turma, o professor de História, Lírio Lima, 36 anos, que há cinco anos inclui a visita como aula prática para sua disciplina, comentou sobre a sensação de segurança ao trafegar pelas vias. “Essa já é a terceira turma que trago esse ano. Tudo muito organizado e seguro, como realmente precisa ser. Esse espaço é nosso e cheio de riqueza. Precisa seguir assim bem cuidado”, destaca.

Escuta e transformação

Presente nas ruas do Centro Antigo para atender às demandas dos trabalhadores e visitantes da região, o diretor do Distrito Centro Histórico, Humberto Sturaro, afirma que é perceptível a mudança de sentimento das pessoas em relação à área. “Assumimos a responsabilidade para resolver os problemas desse perímetro, que tem características muito específicas. Chegamos aqui e ocupamos o espaço, que estava esquecido. Há quase um ano trabalhamos dia e noite para melhorar as condições de vida de quem vive do turismo e de quem faz turismo. O resultado já é muito bom. Basta conversar com as pessoas que aqui vivem, que por aqui passam. Temos um outro Centro Histórico”, pontua.

Pela quarta vez em Salvador, a mineira Lucena Lopes, 42 anos, sempre inclui no roteiro de viagem os passeios pelo Pelourinho e Santo Antônio Além do Carmo.  “Estive aqui em 2018. Voltando agora e não tem como comparar. Com certeza, infinitamente melhor. Esse lugar lindo e encantador, com tanta coisa bonita para ser explorada, agora tem outra cara. É muito bom para nós que viemos a passeio sentir essa sensação de acolhimento, de segurança, de espaço bem cuidado”, comenta a turista.

Para o secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, a criação do Distrito surgiu pela necessidade de ter um olhar mais atencioso para o Centro Antigo. “Temos uma estrutura e uma equipe debruçada sobre os problemas específicos dessa localidade. Sabemos que é desafiador, mas já avançamos muito em quase um ano. Pegamos uma área como essa, icônica, onde a cidade começou. e que tem características próprias para tratar com o cuidado necessário. E assim temos feito. Prova do sucesso é que temos movimento intenso de domingo a domingo”, disse o secretário, ao destacar ações de ordenamento, segurança, organização do trânsito e diálogo permanente com ambulantes e comerciantes da região.

 

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