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‘Desonerar salários é luta para depois da regulamentação da tributária’, afirma Alckmin

Geraldo Alckmin
Vice-presidente defendeu a desoneração para "não punir quem emprega" e "estimular que empregue mais"

O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que a desoneração de parte do salário dos trabalhadores será uma “luta” a ser enfrentada pelo governo após a aprovação da regulamentação da reforma tributária. A declaração foi feita durante um evento da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP), em Campos do Jordão, na tarde de sábado (15).

Em dado momento, Alckmin defendeu a desoneração para “não punir quem emprega” e “estimular que empregue mais”. O vice-presidente, que também é ministro da Indústria e do Comércio, afirmou ter feito um estudo para a desoneração sobre o primeiro salário.

“Nós fizemos um estudo. Se eu desonerar o primeiro salário, quanto custa? Custa R$ 110 bilhões, 1% do PIB. Se eu arrumar 1% do PIB de outra forma, eu desonero o primeiro salário. Quem ganha dois, você só paga sobre um. Quem ganha um, não paga nada. Quem ganha três, você paga sobre dois. Mas você começaria a desonerar a folha, desonerando o primeiro salário”, declarou.

Alckmin acrescentou: “Isso é uma luta que a gente vai ter que fazer depois da reforma tributária para estimular quem emprega, estimular a gerar mais emprego e as pessoas a terem mais oportunidade”.

No decorrer do evento, Alckmin também disse que o governo fará um ajuste fiscal “pelo lado da despesa” e afirmou que haverá uma busca por cortes a curto, médio e longo prazo.

O vice-presidente relembrou a meta de zerar o déficit primário, conforme o arcabouço fiscal, e disse que “com política monetária e política fiscal sólida, nós vamos ter juros mais baratos”.

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Marcelo Camargo/Agência Brasil